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OAB/AM 14.722 · Oliveira Florêncio Advocacia Especializada Manaus · Rio Preto da Eva · Itacoatiara
OFTAX Advocacia Falar com a equipe
PIS/COFINS · Zona Franca de Manaus

Vende ou presta serviço em Manaus? O imposto a mais também é seu.

Muita empresa daqui recolhe PIS e COFINS sobre receita que a Justiça já disse que não é campo dessas contribuições. Não é só indústria. É loja, distribuidora, clínica, oficina, prestador de serviço. A gente olha a sua operação e te diz, em real, se dá para parar e se dá para recuperar o que já saiu.

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Dr. Michel Florêncio no escritório da OFTAX em Manaus, com a cidade ao fundo
A Justiça já decidiu PIS e COFINS na Zona Franca de Manaus
Isso é você?

Se você marcar dois desses, já vale conversar.

Não precisa entender de tributário para reconhecer a própria situação. Leia devagar e veja o que bate com a sua empresa.

  • Sua empresa fica em Manaus, Rio Preto da Eva ou Itacoatiara e vende mercadoria ou presta serviço aqui dentro mesmo, para gente e para empresa da região.
  • Todo mês sai PIS e COFINS do caixa e ninguém nunca sentou para conferir se aquela receita específica devia mesmo entrar na base.
  • Você já ouviu que "Zona Franca é só para indústria do Distrito Industrial" e por isso nunca levou o assunto adiante.
  • A empresa não tem projeto aprovado na SUFRAMA e você concluiu, por isso, que nada disso é para você.
  • Você viu falar da decisão da Justiça sobre PIS e COFINS na Zona Franca, achou que era coisa de empresa grande e o assunto morreu ali.

Reconhecer a situação não significa que a sua empresa tem direito a alguma coisa. Significa que dá para analisar, com documento na mesa, antes de decidir qualquer coisa.

O que a lei diz

A regra é antiga. A decisão é recente.

Em língua de empresário, com a fonte na mesa. Sem juridiquês e sem promessa.

O ponto de partida: a lei que criou a Zona Franca

A lei que criou a Zona Franca, em 1967, tratou a venda feita aqui dentro como se fosse exportação. Mercadoria que entra aqui vinda do resto do país conta, para efeito fiscal, como se tivesse saído do Brasil. Essa equiparação a exportação é a espinha de toda a discussão. Exportação, na regra geral, não é base de PIS e COFINS.

O que faltava: e quem vende aqui dentro?

Por anos a Receita Federal aceitava o benefício de forma estreita e discutia a venda feita de empresa daqui para cliente daqui, principalmente para pessoa física, e a prestação de serviço. Era o caso do comércio, da distribuidora, da clínica e do prestador local, que continuavam recolhendo.

A Justiça fechou a questão

Em 11 de junho de 2025 a Justiça decidiu: não incidem PIS e COFINS sobre as receitas de prestação de serviço e de venda de mercadoria para pessoas e empresas dentro da Zona Franca de Manaus. É decisão que orienta os demais tribunais do país.

Cinco anos para trás

O passado tem prazo, e ele anda

A regra geral de pedido de devolução de tributo pago a mais é de cinco anos contados do pagamento. Quem recolheu e não discutiu vai perdendo o mês mais antigo a cada mês que passa. Não é pressão de vendedor, é o calendário da lei. Cada caso depende de análise própria e nenhum resultado é garantido.

Papel da SUFRAMA

Quem controla a área e por que isso importa

A SUFRAMA é a autarquia federal que administra a Zona Franca de Manaus e controla o ingresso de mercadoria na área. A decisão da Justiça não exige projeto industrial aprovado, mas o registro e a documentação de internamento ajudam a provar que a operação aconteceu aqui dentro. Prova documental é o que sustenta a discussão na prática.

Até esta publicação, a decisão não trouxe corte de data, ou seja, não houve limite que reduzisse o alcance para o passado.

Quem vende ou presta serviço aqui dentro também precisa saber o que a reforma tributária muda na nota e no incentivo: veja o calendário e o que muda na Zona Franca.

Este conteúdo é informativo e apoia-se na lei que criou a Zona Franca de Manaus e na decisão da Justiça sobre PIS e COFINS na área. Não substitui a análise do seu caso.

Antes de falar com alguém

Faça a conta você mesmo, sem falar com ninguém.

Você informa faturamento e regime. A ferramenta calcula, e a equipe libera no seu WhatsApp a ordem de grandeza do que passa por PIS e COFINS no seu caixa em cinco anos. Os campos rodam no seu navegador, nada é enviado, nada fica gravado e não pedimos e-mail. É estimativa ilustrativa, não é apuração e não é opinião sobre o seu caso.

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Como funciona na prática

Três passos. Você só decide no segundo.

Nada começa sem você entender o que vai acontecer, quanto tempo costuma levar e quais são os riscos.

Análise sem custo

A equipe entende a sua operação: o que você vende ou presta, para quem, onde e sob qual regime. Se fizer falta, pedimos alguns documentos. No fim dessa etapa você já sabe se o assunto é seu ou não. Sem custo e sem compromisso.

Parecer por escrito

Se valer a pena seguir, a banca apura junto com o seu contador e entrega no papel: o que se pretende, o que é preciso, qual a via cabível, quanto tempo costuma levar e onde estão os riscos. Honorário combinado por escrito, dentro do que a OAB permite. Aqui você decide.

Execução e acompanhamento

A banca executa a medida cabível e sustenta a posição se a Receita Federal questionar. Você e o seu contador recebem retorno do andamento. Sem sumiço, sem juridiquês, sem você precisar correr atrás.

Quem já está com a gente

Zona Franca não é assunto novo para esta banca.

São +10 anos de prática, 1000+ processos sob gestão, 19 grupos empresariais fixos e 100+ empresas isentas acompanhadas. R$ 20 mi+ já devolvidos a empresários. Estes são os setores que já estão dentro.

Distribuição e atacado Varejo e supermercado Indústria Alimentício Saúde e clínicas Logística e transporte Construção civil Importação Serviços técnicos
Distribuidora de alimentos Manaus · porte médio
Situação
Recolhimento de PIS e COFINS sobre venda de mercadoria nacional a clientes da própria Zona Franca, sem revisão havia anos.
Trabalho da banca
Enquadramento da operação na decisão da Justiça sobre PIS e COFINS na Zona Franca, levantamento dos últimos cinco anos e apuração junto ao contador da empresa.
Rede de comércio varejista Manaus · múltiplas lojas
Situação
Venda no balcão para pessoa física da região, com PIS e COFINS embutidos na formação de preço por entendimento antigo do setor.
Trabalho da banca
Segregação das receitas de operação interna na Zona Franca, organização da prova documental e escolha da via cabível para o passado e para a frente.
Prestador de serviço técnico Manaus · atendimento local
Situação
Serviço prestado inteiramente dentro da Zona Franca, com recolhimento das contribuições e nenhuma discussão anterior sobre a base.
Trabalho da banca
Análise do contrato e da nota fiscal para demonstrar que a prestação ocorreu na área, com a documentação de suporte exigida.

Casos reais, apresentados sem identificação das empresas por dever de sigilo profissional. Cada caso depende de análise própria e nenhum resultado é garantido.

Perguntas que você ia me fazer

Sobre PIS, COFINS e Zona Franca

A decisão da Justiça fala em receita de venda de mercadoria e em receita de prestação de serviço dentro da Zona Franca de Manaus. Não fala em indústria. Loja, mercado, distribuidora, oficina, clínica, transportadora e prestador de serviço entram na conversa. O que decide é a operação, não o rótulo do CNAE. Cada caso depende de análise própria.

Em 11 de junho de 2025, a Justiça decidiu que não incidem PIS e COFINS sobre as receitas de prestação de serviço e de venda de mercadoria para pessoas e empresas dentro da Zona Franca de Manaus. É uma decisão que orienta os demais tribunais do país.

A decisão da Justiça não exige projeto industrial aprovado para afastar o PIS e a COFINS. A SUFRAMA continua sendo a autarquia que administra a área e que controla o ingresso de mercadoria, e a documentação de internamento importa para provar que a operação ocorreu dentro da Zona Franca. Ter ou não ter incentivo industrial é outra discussão. Dá para analisar a sua situação documental antes de qualquer providência.

Em muitos casos, sim. A regra geral de repetição de indébito tributário é de cinco anos contados do pagamento. Esse prazo corre para trás e se move a cada mês: o mês mais antigo vai saindo da janela. O que dá para recuperar depende do que a sua escrita fiscal comprova, do regime da empresa e da via escolhida. Nenhum resultado é garantido.

Empresa do Simples paga PIS e COFINS embutidos na guia única, então a discussão existe e já foi levada à Justiça depois dessa decisão. A operacionalização é mais delicada, porque envolve segregar a parcela dessas contribuições dentro do DAS. É um caso que costuma exigir medida judicial. Dá para analisar se compensa no seu porte.

Depende do regime da empresa, do período que se pretende alcançar e de como a Receita Federal está tratando o caso concreto. Parar de recolher para a frente é uma coisa. Recuperar o passado é outra, e costuma pedir medida judicial para dar segurança. A banca só recomenda o caminho depois de olhar os seus documentos.

Seu contador cuida do dia a dia, e faz isso bem. O que a banca faz é o trabalho jurídico: enquadrar a operação na tese, montar a prova, escolher a via e sustentar a posição se a Receita Federal questionar. A gente trabalha junto com o seu contador, não no lugar dele. A apuração sai muito melhor a quatro mãos.

Começa por uma conversa no WhatsApp, sem custo e sem compromisso. A equipe entende a operação e diz se vale seguir. Se valer, a banca pede os documentos, apura junto com o contador e entrega um parecer por escrito. O prazo depende do volume de documento do seu caso e é combinado antes de começar. O honorário também é combinado por escrito, dentro do que a OAB permite.

Não necessariamente. A reunião presencial acontece no escritório em Manaus. Se a operação da sua empresa está dentro da Zona Franca de Manaus, mas você, o sócio ou o contador estão fisicamente em outro estado, o atendimento é telepresencial, com a mesma equipe e o mesmo acompanhamento. O que não muda é o critério da isenção: a receita alcançada precisa vir de venda ou de serviço prestado dentro da Zona Franca de Manaus.

Próximo passo

O mês que passa não volta.

Se a sua empresa vende ou presta serviço aqui dentro, dá para analisar. A conversa inicial é sem custo e você só decide qualquer coisa depois de ver, em real, o que cabe no seu caso.

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